Inspirada no conto A terceira margem do rio, de João Guimarães Rosa (1908-1967), a publicação propõe uma travessia simbólica que articula escuta, criação e reflexão sobre práticas artísticas ligadas ao campo da saúde mental. O projeto convida o público a “entrar na canoa” e acompanhar um percurso coletivo que busca pensar novas formas de cuidado e produção cultural fora de classificações rígidas e estigmas historicamente associados à loucura.